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Análise da partida entre West Ham United e Manchester United
Desde que Ruben Amorim assumiu o comando, a instabilidade tornou-se quase uma “marca registrada” do Manchester United. Os Red Devils podem brilhar em um jogo e decepcionar logo em seguida, motivo pelo qual nunca venceram mais de três partidas consecutivas sob o treinador português. Essa irregularidade fez o torcedor Frank Ilett — que prometeu cortar o cabelo apenas se o MU vencesse cinco jogos seguidos — esperar quase 500 dias sem conseguir cumprir sua promessa.
Não cortar o cabelo desde outubro de 2024 claramente se transformou em um peso psicológico para Ilett. Recentemente, nas redes sociais, o torcedor chegou a agradecer publicamente ao técnico Michael Carrick, que é visto como a esperança para ajudar o MU a completar uma sequência de cinco vitórias consecutivas e, assim, quebrar a “maldição” autoimposta. Com os cabelos já bastante longos após tanto tempo de espera, Ilett demonstra grande confiança na vitória do MU sobre o West Ham e em fechar as últimas cinco rodadas com 100% de aproveitamento.
Essa confiança tem fundamento ao observar a mudança do MU desde o retorno de Carrick ao comando em Old Trafford. A equipe passa por uma clara transformação, tanto no aspecto mental quanto no estilo de jogo. Mesmo enfrentando um calendário extremamente duro, o MU superou adversários de peso como Manchester City (2-0), Arsenal (3-2), Fulham (3-2) e, mais recentemente, Tottenham (2-0). Foram vitórias convincentes, que refletem progresso real, e não sorte. Sob Carrick, o MU joga de forma mais fluida, rápida e eficiente.
Essa recuperação levou o MU ao Top 4 da tabela, enquanto o West Ham luta na zona de rebaixamento e corre sério risco de queda. Em comparação com os clubes do Big Six que o MU derrotou recentemente, os Hammers ficam claramente atrás em qualidade e forma. Enfrentando um adversário que ocupa apenas a 18ª posição, o MU tem grandes chances de ampliar sua sequência de vitórias sob o comando de Carrick.
